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30/08/2012

STS Sedov, navio-escola da Marinha Russa



The Sedov, originally named the Magdalene Vinnen II, was launched in Kiel in 1921 at the Friedrich Krupp Germaniawerft at Kiel, Germany, for the shipping company F. A. Vinnen & Co. of Bremen, one of the largest German shipping companies at the beginning of the 20th century. The shipping company initially objected to have an engine installed in the ship, but the ship yard  successfully argued for an engine, making the ship the first sailing ship with auxiliary engine designed to modern principles

sedovThe Magdalene Vinnen II was at the time the world’s largest auxiliary barque and exclusively used as a cargo ship with a crew that was partially made up of cadets. She sailed on her maiden voyage on September 1, 1921. Her voyage took her from Bremen via Cardiff, where she took on coal, to Buenos Aires. Despite bad weather, the journey from England to Argentina with holds full of coal took just 30days. The Magdale Vinnen II carried all sorts of cargo: apart from coal, she took timber from Finland, wheat from Australia, pyrite from Italy and unit load from Belgium. The four-masted barque made two voyages around Cape Horn to Chile. Until her last voyage under the Vinnen flag in 1936, the ship sailed to Argentina, South Africa, Australia, Reunion and the Seychelles.
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Kommodore Johnsen
On August 9, 1936, the Magdalene Vinnen II was sold to Norddeutscher Lloyd, Bremen and renamed the Kommodore Johnsen. The new owner modified her to a cargo-carrying training ship. More accommodation was provided, as the ship, apart from her permanent crew, was to have a complement of 50 to 60 trainee officers on each journey.



Sedov
Sedov
She came under Russian state ownership after the surrender of Germany — on December 20, 1945, the British handed over the ship to the Soviet Union as war reparation. In the Soviet Union, she was converted into a sail training vessel of the Soviet Navy. Renamed the Sedov after the Arctic explorer Georgy Sedov who died during an investigation in the Arctic in 1914, she was used as a training ship of the Navy from 1952 to 1957. She made several friendly visits to South America and Africa during this period. From 1957 to 1966 she was used as an oceanographic research ship in the North Atlantic. During these voyages, the Russian Navy also used her for training of young cadets. In 1966 when she was transferred to the reserve in Kronstadt, formally under the civil ownership of the Ministry of Fisheries. In the 1970s, she was only infrequently used as a training ship, sailing in the Gulf of Finland.
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In 1981, the Sedov reappeared after renovation which had new features added such as a glass-domed banquet hall with a stage and a movie theatre. She was now based at the Baltic Division of Training Ships in Riga. She embarked cadets from schools of navigation of Kaliningrad and Murmansk. After the declaration of independence of Latvia in 1991, she left Riga for Murmansk, transferred to the Murmansk  naval school with the city of Murmansk ensuring her management and maintenance.


Fonte: http://www.sts-sedov.info/eng/history/

12/03/2012

Torre Malakoff - Recife Antigo (1853)


TORRE MALAKOFF

A Torre Malakoff foi construída na época da heróica defesa de Sebastopol, durante a guerra da Criméia (1853-1855). De um lado da trincheira, os russos, e do outro, o exército aliado, formado por ingleses, franceses, turcos e italianos da região de Piemonte. A guerra da Criméia, penísula ao sul da Ucrânia, foi um confronto fundamentalmente naval, travado no mar Negro e que teve como episódio mais sangrento e marcante o cerco à cidade portuária de Sebastopol. O destaque que ganhou os jornais de toda a Europa foi o foco de resistência em defesa da colina e da torre fortificada de Malakoff. A despeito da derrota russa a resistência em Malakoff é lembrada como um dos mais importantes momentos da História Militar.

A partir de informações de jornais europeus, o Diário de Pernambuco passou a noticiar o desenrolar da guerra da Criméia . E as imagens das batalhas no interior das trincheiras de Malakoff, que despertou grande interesse no Recife, chegavam através dos cosmoramas do Diário e das exposições do fotógrafo Fredk Lembeke. A popularização de nomes relacionados à guerra, tornou-se comum em Pernambuco. Engenhos de açúcar foram batizados com denominações como Malakoff, Sebastopol (Cabo) e Criméia ( Escada e Nazaré). Produtos de consumo como seda, bolacha e até marchinha de carnaval também ganharam popularidade e glamour com os nomes da guerra.
Na origem da Torre Malakoff está o Decreto Providencial de 01 de janeiro de 1834, que criou o Arsenal da Marinha, cujo Projeto Arquitetônico foi elaborado em 1837. Embora não tivesse ainda sede própria, o Arsenal já possuía, em 1846, oficinas de carpintaria, calafates, ferreiros, tanoeiros, pedreiros e muitas outras necessárias ao reparo das embarcações de guerra e paquetes nacionais. Em 1850, os planos de implantação dos Arsenais da Marinha, Brasil afora, são objeto de um Plano Geral para uniformização das construções desses edifícios. Mas é só em 1853, que as obras de construção do chamado Portão Monumental do arsenal de Marinha, na zona do Porto do Recife e, portanto, no bojo desse plano de melhoramentos, ganham mais regularidade. O andamento das obras acompanha o ritmo das demolições de importantes edificações existentes nas proximidades, como é o caso do Forte do Bom Jesus, cujo material construtivo foi aproveitado no edifício da Torre.
A referência mais antiga , em letra de forma, ao edifício do Arsenal da Marinha(concluído em 1855), foi encontrada pelo historiador José Antônio Gonsalves de Mello, no Diário de Pernambuco de 04/12/1857 que descreve: "Por diversas vezes temos falado nesse edifício, o mais importante da Província, quanto ao seu material e ao estado de melhora progressiva que se lhe nota,(...) No pavimento abaixo da cúpula vê-se colocado um grande relógio de mostrador transparente, para serem as horas visíveis à noite, pondo-se-lhe luz por detrás, fabricado em Inglaterra por um dos melhores autores. Na cúpula se porá um observatório, podendo-se aí estabelecer também um telégrafo, para indicar aos navios o meio-dia pela pêndula horária". Colaborador do Diário nesse tempo, Antônio Pedro de Figueiredo fez minuciosa descrição do Arsenal e do Torreão, do qual se salienta o "colossal portão de ferro" e a cúpula de metal que cobria o edifício, provida de um maquinismo que a movia, tendo ainda uma luneta para proporcionar a observação dos astros.
Apesar da beleza e imponência da Torre , esta era, tão somente o acesso ou portão de entrada para o Arsenal de Marinha , construída num amplo terreno a beira mar, com quase 800 metros de cais, onde funcionavam a administração , depósitos e galpões para recolher, consertar e construir embarcações. A origem do nome Malakoff, por algum tempo foi atribuída ao nome do relojoeiro ou a marca do relógio existente na Torre, hipótese não comprovada pelos pesquisadores. Segundo Veloso Costa, o batismo do Torreão do Arsenal, no Recife, foi dado pela população, identificada com a resistência da Malakoff de além mar.
Na década de 20 a Torre do Arsenal foi condenada a demolição para ampliação do Porto do Recife, o que motivou um vitorioso movimento em sua defesa. Formado por importantes setores da intelectualidade e instituições culturais pernambucanas , o movimento contou com amplo engajamento da sociedade e utilizou-se do nome Malakoff - símbolo de resistência e capacidade de luta - para sensibilizar as autoridades durante o processo de defesa do edifício. Com o advento da República são extintos os Arsenais de Marinha do Pará, da Bahia e de Pernambuco. Com a extinção dessas unidades e a centralização das atribuições no Rio de Janeiro, o imóvel passa a servir à Capitania dos Portos de Pernambuco. Anos mais tarde, com a transferência da Capitania para outro local, a Torre Malakoff cai no abandono , até ser resgatada para funcionar como um centro de referência da cultura em Pernambuco.



Fonte: Fundarpe (Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco)

475 anos do Recife (12/03/1537)


1. Antigo Marco Zero.



2. Graff Zeppelin chegando ao Campo do Jiquiá



3. Vista aérea da Ilha do Recife em 1930, fotografia tirada a partir do Graff Zeppelin.


4. Horários do Zeppelin para Pernambuco.


5. Graff Zeppelin II, em 1930.

6. Vista aérea do centro do Recife na 1ª metade do séc. XX.


7. Vista a partir do dique. séc. XIX.


8. Zeppelin sobrevoando o Diário de Pernambuco no começo dos anos '30. 


9. Concorde em Recife.



10. Casa Navio, Av. Boa Viagem.



11. Ponte da Boa Vista.



12. Campo do Jiquiá e Zeppelin.



13. Campo das Princesas em 1908.

14. Campo das Princesas e Teatro Sta. Isabel em 1850.

15. Cais no fim do séc. XIX.


16. Cais do Porto.


17. Ponte Princesa Isabel e Assembleia Legislativa (R. da Aurora)


18. Ponte Maurício de Nassau.



19. Bonde fechado, 1950.


20. Arsenal da Marinha.



21. Bairro da Boa Viagem visto do Zeppelin, 1930.



22. Bairro do Recife.



Seleção de fotos em webdrops.wordpress.com

25/01/2012

Vostok I


Vostok I (russo: Восток-I - Leste I ou Oriente I) foi a primeira missão do programa espacial soviético Vostok e a primeira missão espacial tripulada da História. A espaçonave foi lançada do Cosmódromo de Baikonur em 12 de abril de 1961, levando Yuri Gagarin, um cosmonauta e piloto da Força Aérea Soviética, ao espaço.
O voo marcou a primeira vez que um ser humano foi ao espaço exterior e o primeiro voo orbital de uma nave tripulada. Ele consistiu de uma única órbita em torno da Terra, com a duração de 1h 48min entre o lançamento e o pouso. Como planejado, após a reentrada Gagarin pousou separadamente da Vostok, sendo ejetado da espaçonave à cerca de 7000 m de altitude, descendo de pára-quedas na província de Saratov, Rússia.
A Vostok I foi projetada e construída por Sergei Korolev, cientista-chefe da Roskosmos, a agência espacial soviética, sob a supervisão de Kerim Kerimov, general e um dos fundadores do programa espacial. Devido ao segredo mantido na época pela União Soviética sobre seu programa espacial, detalhes da missão só vieram a público muitos anos depois. Na época, o governo havia preparado três comunicados diferentes à imprensa, um para o sucesso e dois para o fracasso.
Em 1957, os soviéticos haviam colocado em órbita o primeiro satélite artificial do mundo, o Sputnik 1, dando início à chamada corrida espacial entre a União Soviética e os Estados Unidos. As duas nações queriam desenvolver seus programas espaciais rapidamente e serem a primeira a colocar um homem no espaço.
O programa soviético criado para isso chamou-se Vostok. Antes do lançamento de Gagarin, foram lançadas várias cápsulas não-tripuladas, entre maio de 1960 e março de 1961, para testar e desenvolver o foguete lançador e a espaçonave, ambos com o mesmo nome. Estas missões tiveram níveis variados de sucessos e fracassos, mas particularmente, o grande sucesso das duas últimas, Korabl-Sputnik-4 e  Korabl-Sputnik-5, abriram caminho para o lançamento de uma cápsula tripulada.

Laika em Moscou


Ainda hoje não sei se eu sou o 'primeiro homem' ou o 'último cachorro' a voar ao espaço.
Yuri gagarin, após dar a volta à terra, 12 de Abril de 1961.

Laika nos céus do Brasil



Jornal do Brasil – 5 de novembro de 1957, primeira página. A passagem do Sputnik pelos céus do Rio de Janeiro, três dias depois do lançamento, foi marcada por manifestações da Sociedade Protetora dos Animais contra a atitude dos pesquisadores soviéticos.

Fonte: http://www.jblog.com.br/hojenahistoria.php?itemid=10451

Laika e o Sputnik



Selo postal da Romênia mostrando Laika.

24/01/2012

A segunda missão Sputnik


File:Laika.jpg
Laika (Лайка), 1954-1957.
Sputnik II (em russo: Спутник-2) foi a segunda missão Sputnik, lançada ao espaço do Cosmódromo de Baikonur em 3 de novembro de 1957 pela URSS. A nave pesava 543,5 kg, e enviou o primeiro ser vivo ao espaço, a cadela Laika. Fontes: http://pt.wikipedia.org/wiki/Sputnik_II

                              

Sputnik (II)


Foguete propulsor do programa Sputnik I

Sputnik 1 aberto

O Sputnik foi o primeiro satélite artificial da Terra. Foi lançado pela União Soviética em 4 de outubro de 1957 na Unidade de teste de foguetes da União Soviética atualmente conhecido como Cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão. O programa que o lançou chamou-se Sputnik I. O Sputnik era uma esfera de aproximadamente 58,5 cm e pesando 83,6 kg. A função básica do satélite era transmitir um sinal de rádio, "beep", que podia ser sintonizado por qualquer radioamador  nas frequências entre 20,005 e 40,002 MHz, emitidos continuamente durante 22 dias até 26 de outubro de 1957, quando as baterias do transmissor esgotaram sua energia. O satélite orbitou a Terra por seis meses antes de cair. Apesar das funcionalidades reduzidas do satélite, o programa Sputnik I ajudou a identificar as camadas da alta atmosfera terrestre através das mudanças de órbita do satélite. O satélite Sputnik era pressurizado internamente por nitrogênio, oferecendo também a primeira oportunidade de estudo sobre pequenos meteoritos, detectado através da despressurização interna ocasionada pelo impacto perfurante de um pequeno meteorito, evidenciado através de grandes variações internas de temperatura conforme a pressão diminuía. Tais variações de temperatura refletiram no sinal emitido pelo transmissor que foram monitorados pelo controle do satélite em terra.
(...)
A missão Sputnik I, junto com o vôo de Yuri Gagarin no Vostok I, teve um impacto profundo na história da exploração espacial, foram os eventos que desafiaram os estadunidenses e foram a gota d'água para o lançamento do programa espacial dos EUA objetivando alcançar a Lua.
A Sputnik tornou-se uma lenda e um marco da exploração espacial. Sua história confunde-se com a tenacidade de seu principal engenheiro, Sergei Korolev, que mais tarde foi indicado por Nikita Khruschov, o lider soviético na época, como "engenheiro-chefe" do programa espacial soviético.
A Sputnik provou duas coisas importantes. Em primeiro lugar que era possível colocar em órbita um artefato humano, e em segundo lugar, e mais importante, que era possível colocar seres vivos no espaço, inclusive humanos.

Sputnik





O SPUTINIK E A MÚSICA POPULAR DO NORDESTE
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No dia 4 de outubro de 1957, a então União Soviética enviava ao espaço o primeiro satélite artificial da História, o Sputinik, iniciando a corrida espacial contra os Estados Unidos.
O Sputinik era uma esfera metálica de 83 quilos, dotada de quatro antenas e dois transmissores de rádio. Foi lançado no Cazaquistão, às 2 horas e 28 minutos daquele dia, acoplado a um foguete R7, antecessor do Soyuoz.
Um mês depois do lançamento do Sputinik 1, os soviéticos colocaram em órbita a cadelinha Laika, a bordo do Sputinik.
Nesse mesmo local, quatro anos depois, em 12 de abril de 1961, a União Soviética mantinha a liderança da corrida espacial lançando ao espaço o astronauta russo Yuri Gagarin, o primeiro homem a viajar ao espaço sideral.
Juro que nas noites limpas do Pina, quando o céu era de brigadeiro, procurei em vão com meus olhos de menino essa estranha maquinária flutuando entre as estrelas na abóbada celeste.
Se o Sputinik a mim não se mostrou, inspirou, juntamente com a corrida espacial, a vários compositores e cantores populares do Nordeste, cronistas da sua época, como o paraibano Jackson do Pandeiro e o pernambucano Gildo Branco que os cantaram embalados pelos ritmos nordestinos.
Do primeiro, paraibano nascido na cidade de Alagoa Grande, em 31 de agosto de 1919, e cujo nome de batismo era José Gomes Filho, lembro que gravou a toada Eu vou pra lua, de autoria de Luiz de França, falecido em 2007, compositor de jóias do cancioneiro nordestino, como o frevo-de-bloco Panorama de Foliãoe que fazia o programa Repórter da Semana na antiga Rádio Clube de Pernambuco, onde ele misturava o Sputinik com o Graf Zeppelin, fazendo do Campo do Jiquiá, local recifense onde está localizada a única torre de atracagem do dirigível alemão ainda existente no mundo, local de lançamento para as naves espaciais: "Eu vou pra lua, / mamãe eu vou morar lá, / pego o meu Sputinik no Campo do Jiquiá".
Consta que Jackson do Pandeiro, quando menino, queria tocar sanfona, um instrumento caro para a família pobre poder comprar. Terminou tocando pandeiro para acompanhar a mãe, que era cantadora de côco. O nome artístico vem do ator de faroeste americano Jack Perry, do qual era fã. Jackson do Pandeiro morreu em Brasília, no dia 10 de julho de 1982.
Do segundo, lembro do frevo A Lua Disse, sucesso do carnaval pernambucano de 1962, na voz de Evaldo França: "Gagarin subiu, subiu, subiu, / foi até o espaço sideral, / chegou perto da lua e sorriu, / vou embora pro Brasil que o negócio é carnaval. / A lua disse: "Não vá, demore mais, / pois ouvi que lá na Terra querem me passar pra trás" / Mas o Gagarin não ligou e deu no pé: / "Vou mesmo pro Brasil, eu quero é conhecer Pelé".
Gildo Branco nasceu no Recife, em 27 de julho de 1921, em uma família de músicos flautistas. Era irmão de Aline Branco, famosa cantora da Rádio Clube de Pernambuco, na década de 30. Compositor de frevos-canções, morreu na capital pernambucana, no dia 7 de junho de 1979.
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Clóvis Campêlo
Recife, 2008

Fonte: cloviscampelo.blogspot.com

Ary Lobo - Eu Vou Prá Lua


28/12/2011

aleksandr_s_pushkin


Ficheiro:AleksandrPushkin.jpg
ЦВЕТОК 
Цветок засохший, безуханный,/Забытый в книге вижу я;/И вот уже мечтою странной/Душа наполнилась моя: Где цвёл? когда? какой весною?/И долго ль цвёл? И сорван кем,/Чужой, знакомой ли рукою?/И положен сюда зачем? На память нежного ль свиданья,/Или разлуки роковой,/Иль одинокого гулянья/В тиши полей, в тени лесной? И жив ли тот, и та жива ли?/И ны нче где их уголок?/Или уже они увяли,/Как сей неведомый цветок?
1828

Ficheiro:Pushkin Signature.svg


A FLOR
Vejo uma flor seca, sem ar
Cá esquecida em um caderno,
E meu espírito prosterno
Num esquisito meditar:
Floriu quando? Onde? Em que estaçāo?
E postergou-se? E é estranha
Ou amiga a mão que a apanha?
E a pôs aqui por que razāo?
Pra recordar um encontro amável
Ou uma separaçāo funesta,
Ou um passeio solitário
Num sítio, à sombra da floresta?
E ele está vivo, ela também?
E a que refúgio se retêm?
Ou eles ambos já mirraram
Como esta flor que aqui deixaram?

(Aleksandr Sergeivitch Pushkin)

Tradução pelo blog traducaoliteraria.wordpress.com