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01/05/2013
Jedem das Seine?
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| Slogan nazi no portão de Buchenwald. "A cada um o que merece." |
“Menos de três anos viverá o
pequeno Daniel Klausner. Dali a pouco virão matá-lo, para defender a Europa,
para evitar que aconteça a consumação do
‘[...] sonho terrível da sedução de centenas, milhares de moças por asquerosos
bastardos judeus de pernas tortas. Com alegria satânica no olhar, o judeu de cabelos
negros espreita a moça [...] que ele contaminará com seu sangue repugnante... O
objetivo final dos judeus é a destruição da nacionalidade [...] pela
abastardização de outras nacionalidades e o rebaixamento do nível racial das
nações superiores [...] num objetivo oculto [...] de destruir a raça branca [...]
Se levarem cinco mil judeus para a Suécia, em pouco tempo eles se apossarão de
todas as posições mais vitais [...] o veneno universal de todas as raças é o
judaísmo internacional [...]’ 2
2. [Adolf Hitler, citado de Hermann Rauschning. Conversas com Hitler. Tel Aviv, Editora
Rimon-Massada (1941), do testamento de
Hitler e de Joachim C. Fest. Hitler.
Jerusalém, Editora Keter (1973).]
– Amós Oz, em seu livro “De Amor e Trevas”, ao falar
da morte de seu primo Daniel Klausner, assassinado aos três anos de idade, com
seus pais David e Malka Klausner. Citando a fala de Hitler.
in: Oz, Amós. De Amor e Trevas. São Paulo: Companhia
das Letras, 2005. p. 130. Tradução do hebraico de Milton Lando.
31/03/2013
meu pai, os livros e o Shabbat - Amós Oz
30/03/2013
Amós Oz
Amós Oz (1939-) |
"A única coisa que tínhamos em
abundância eram livros. Incontáveis, de parede a parede, no corredor, na
cozinha, na entrada e em todos os peitoris. Milhares de livros em todos os
cantos da casa. Havia um sentimento de que as pessoas vão e vêm, nascem e
morrem, mas os livros são eternos. Quando eu era pequeno, queria ser livro
quando crescesse. Não escritor de livros, livro mesmo. Gente se pode matar como
formigas. Escritores também não são tão difíceis de matar. Mas os livros, mesmo
se os destruirmos metodicamente, sempre há chance de sobrar algum, nem que seja
apenas um exemplar, a continuar sua vida de prateleira, eterna, discreta e
silenciosa em uma estante esquecida de alguma biblioteca remota em Reykjavik,
em Valladolid ou em Vancouver." – Amós Oz, “De Amor e Trevas”. São Paulo:
Companhia das Letras, 2005. pp. 30-31. Tradução do hebraico por Milton Lando.
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